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Texto original em inglês clique aqui (original in English click here)

Tradução livre do inglês para o português por Livia Castrioto – texto original da revista Current E Insights, download em pdf aqui => Current E Insights Piquet Feb 15

Free translation from English to Portuguese by Livia Castrioto, original article click in the link above

Tranquilo

Formula E marca o retorno do nome Piquet aos carros de fórmula, após uma ausência de cinco anos – Nelson Piquet Jr tem tido uma presença quase em silêncio até agora. Ele fala aqui sobre pódios, política e a volta às suas raízes.

Copyrights: Dan Bathie for Current E

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É justo que um esporte que quer conciliar o veículo a motor com o meio ambiente, pregar os benefícios dos carros elétricos e acabar com os pecados de nossa sociedade intensiva em carbono, ofereça segundas chances. Junto com um grande grupo de ex-estrelas da F1, o campeonato elétrico também trouxe de volta muitos nomes reverenciados no mundo do automobilismo – incluindo Prost, Senna e Brabham.

Mas, embora tenha tido grande alarde sobre os muitos desses sobrenomes conhecidos, um nome tinha sido quase que totalmente ignorado até o seu primeiro pódio (convenientemente, pouco antes do Natal): Nelson Piquet Jr.

O piloto da China Racing pareceu de poucas palavras, quando nos sentamos para uma conversa no início de dezembro. “Eu estou me divertindo”, disse ele. Até as celebrações pódio em Punta Del Este e Buenos Aires, ele era quase que invisível, passando sem barulho em sua maneira de ser, mesmo dentro do paddock.

Piquet é filho de um tricampeão de F1, que ganhou títulos com Brabham e Williams na década de 1980. Como outros no grid, corridas em monopostos estão em seu sangue. Piquet provou que ele sabia como pilotar em uma pista de corrida:  terminou em segundo lugar na GP2, perdendo para o atual campeão de F1 Lewis Hamilton, venceu as duas primeiras corridas da A1GP e foi parceiro do bicampeão de F1 Fernando Alonso na categoria principal. A promissora carreira em ascensão nos monopostos teve a uma parada repentina com o famigerado incidente de 2008, conhecido como “crashgate”.

O perfil discreto de Piquet, em um novo esporte que é avidamente abocanhando a cada oportunidade de comercialização, proporcionada por interesse de grandes nomes parece ter menos a ver com a sua atitude em relação à F1 e mais sobre sua posição em relação a ela. As repercussões do fracasso na F1 não desapareceram inteiramente: existem ligações de longa data entre figuras importantes na Formula E e o ex-chefe da equipe Renault Flavio Briatore, chefe de Piquet na época. A política que se seguiu fez com que a carreira Fórmula E de Piquet estivesse quase no fim, antes mesmo de começar.

Copyright: Current-e.com

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Piquet vive na Carolina do Norte, EUA, próximo do Charlotte Speedway – uma espécie de autódromo da NASCAR com capacidade para 138.000 pessoas. “É uma das maiores corridas do ano e todas as equipes estão por aqui”, diz ele. “É como viver em Oxford ou Banbury, no Reino Unido; pilotos e equipes se mudam para lá para estar perto de Silverstone. Nos EUA, vários pilotos migram para Charlotte “.

Piquet encontrou seu caminho na NASCAR após deixar F1. “É um esporte incrível”, diz ele. A perda de um patrocinador principal colocou freios em 2014, mas ele então foi para o Rallycross Red Bull GRC, onde terminou o campeonato em quarto na última temporada, atrás de Ken Block e Scott Speed. Quando um retorno para monopostos surgiu através dos carros movidos a bateria da Formula E, Piquet ficou imediatamente interessado.

“Fui sondado por duas equipes logo no começo”, relata o piloto que é metade brasileiro, metade holandês com sotaque americano. “Eu fui para ter reuniões com eles, mas não aconteceram. – Principalmente por razões políticas”.

À medida que o verão de 2014 avançava (meses de junho-agosto na Europa), piloto após piloto era sendo anunciado e parecia que a Fórmula E passaria por Piquet. “Eu meio que desisti”, diz ele.

Então veio um telefonema de Adrian Campos, cuja organização de mesmo nome fornece conhecimento técnico e mão de obra para a equipe China Racing. “Adrian me perguntou se eu gostaria de fazer um teste e eu disse que sim”, diz Piquet. “Eu vim fazer o teste e as coisas caminharam bem. Houve um grande interesse da Qualcomm na série também; a empresa foi um dos meus patrocinadores na NASCAR e agora está me apoiando na Fórmula E”.

A China Racing teve um desempenho mediano em testes de pré-temporada. A equipe não foi tão largar-parar como Trulli e a Dragon, mas o equipamento não parecia ser capaz de andar de forma consistente como as equipes e.dams-Renault, Audi Sport ABT ou Venturi.

“Em Donington, eu estava preocupado porque estávamos muito fora do ritmo”, Piquet admite. “Eu estava pensando – ‘É o carro, ou sou eu?” Todos tinham feito muitos testes e eu só cheguei lá no final. A equipe é uma organização menor do que a maioria das equipes, mas é um bom grupo de rapazes que estão trabalhando muito duro”.

Essas preocupações duraram apenas até a primeira corrida, em Pequim. Enquanto algumas equipes lutavam com o formato e com a fragilidade dos carros, a abertura da temporada e corrida em casa da China Racing correu de forma mais suave para Piquet do que muitos comentaristas esperavam. “Uma vez que chegamos à China, as coisas fluíram bem”, diz Piquet. “Tivemos um bom ritmo. O carro estava bem. Era uma pista nova para todos, e todos estavam partindo do zero “Piquet alinhou seu carro na P10 e terminou em oitavo -. Um desempenho ainda mais impressionante dado ao seu companheiro de equipe, Ho-Pin Tung, que conseguiu apenas alinhar na P15 e terminar P16.

“A Malásia foi ainda melhor”, ele continua. “Gosto da pista. Foi mais um desafio. Fomos melhores nos treinos e melhor ainda na corrida. “A melhora se confirmou com um P6 na classificação, e que seria um sólido top-5 até que uma colisão com Jarno Trulli terminou com a corrida de Piquet, arrastando-o ao longo das paredes de concreto implacáveis.

“Eu não sei o que Trulli esperava com esse movimento”, diz Piquet. “Eu tenho certeza que ele não fez de propósito. Eu não entendo o que se passava em sua mente. Ele teria que pagar uma penalidade na volta seguinte de qualquer maneira por excesso de velocidade no pit lane, e estava se defendendo como se fosse tentar vencer uma corrida. Foi uma pena, mas apenas má sorte para mim, em vez de qualquer outra coisa pior. Foi frustrante porque estávamos conseguindo um bom resultado”.

A equipe estava esperando dar um passo significativo no Uruguai, a última corrida antes do final do ano, o que se confirmou. Piquet teve um treino de classificação excelente e começou na segunda posição, logo atrás do surpreendentemente rápido estreante Jean-Eric Vergne, que tinha acabado de correr na F1.

Com um forte começo de corrida, Piquet assumiu a liderança na primeira curva no que se tornou uma corrida difícil. Sobreviver não foi nada fácil, mas ele acabou por garantir a segunda posição – e seu primeiro pódio. Este foi um momento para piloto e equipe saborearem.

A primeira corrida de 2015 rendeu mais um pódio, desta vez na terceira posição. Foi uma corrida que se transformou em algo mais parecido com Mario Kart do que precisão de condução, com colisões em abundância e uma entrada de safety car tão confusa que até mesmo o piloto vencedor não tinha certeza de sua realização até a corrida terminar. Após a quarta corrida, Piquet ocupa a quinta posição na classificação de pilotos, apenas cinco pontos atrás do quarto colocado Prost e apenas um ponto mais afastado Buemi em terceiro. Uma alavancada no campeonato é uma possibilidade muito real.

Copyright: Original article Current-e insights Feb 15- current-e.com

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Habituar-se com o carro de Formula E se mostrou algo complicado para muitos dos pilotos. “Você não ouve o motor e os pneus são diferentes”, explica Piquet. “Parte da conectividade entre carro e piloto é a sensibilidade – o carro tocar no fundo, sentir o giro do motor – mas o som também faz parte. Ele molda a maneira como você trata a caixa de marcha, o quanto você acelera o motor. Para alguns pilotos, ele ajuda na concentração. Não importa o quão alto o motor ou quão grande a vibração é, nossos corpos são como ele. Ele nos ajuda a concentrar. É como meditar”.

Enquanto que a Fórmula E conseguiu criar no carro um som que é audível para os espectadores, isso é bem diferente dentro do cockpit, onde o piloto está sempre na frente do pouco ruído que ele gera. Piquet faz eco aos outros pilotos, no entanto, que dizem que eles rapidamente estão se acostumando à ausência de barulho de carro de corrida convencional. “Você esquece isso”, explica ele. “Você fica concentrado em entrar no traçado. Você está pensando em onde retardar freada, se neste canto, naquele canto, pensa nos pequenos pedaços para se fazer uma boa volta. E ele se torna apenas mais um carro de corrida”.

Realizar uma boa volta em um circuito de rua temporário escorregadio com o Formula E requer uma abordagem inteligente do piloto junto com uma estratégia confiante da equipe. “Você tenta ser mais preciso, limpo, eficiente”, diz Piquet. “Você não pode ser agressivo e louco na pilotagem, escorregando para os lados. Precisa ser 100% limpa. Você precisa ter calma. Em um carro de corrida, você está sempre pensando: “Posso fazer uma mudança tal, ou uma mudança na barra de rolamento? Isso para fazer o carro mais rápido em uma curva. Na Fórmula E, você precisa pensar diferente. Você está menos preocupado sobre como trabalhar no acerto. Não é como ir para Sepang e depois para Mônaco. Todas as pistas são como Mônaco – curtas, irregulares, com curvas apertadas. As relações da caixa marcha não mudam, e nós colocamos tanto asa quanto pudermos para a eficiência. Com o Fórmula E, 70% do rendimento é eficiência da bateria; 30% é mecânica. ”

Gerenciamento de bateria é uma questão-chave na Fórmula E, e que requer o tanto o máximo empenho dos engenheiros – que escrevem os mapas de energia – quanto do piloto. “Na China foi muito difícil acertar na bateria, mas Malásia melhorou”, explica Piquet. Períodos de safety car frequentes em Punta del Este e Buenos Aires ajudaram a conservar a vida útil da bateria, tornando a recuperação de energia uma preocupação a menos.

“Esse carro é muito sensível”, observa Piquet. “Há uma grande diferença entre partir com freios frios ou freios quentes. Você pode brincar com os acertos de freio, mas cria mais variáveis. E você tenta ser constante. Fizemos vários testes, alterando os níveis para cima e para baixo. E encontramos uma maneira de aplicar um ajuste na corrida sem ter de brincar muito. Depois de chegar o ponto certo, você tem que tentar mantê-lo lá”.

Copyright: Original article Current-e insights Feb 15- current-e.com

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Outro aspecto da Formula E que demonstrou ser um desafio para os pilotos: as pistas. O calendário está repleto de novos circuitos de rua, que, em geral, só ficam prontos no dia da corrida. A consequente escassez de dados, combinado com orçamentos limitados do primeiro ano torna muito complicado produzir simuladores precisos.

No final da tarde brilhante Buenos Aires sol no início de janeiro, os pilotos da Venturi, Nick Heidfeld e Stephane Sarrazin pararam em uma curva e olharam para a seção do circuito que tinha acabado de passar caminhando. “Isso era uma reta no simulador”, disse Heidfeld, com testa franzida. “Não para mim”, respondeu Sarrazin, encapsulando a questão.

“Nós não temos muito tempo na pista na Fórmula E, assim o tempo que temos no simulador é ótimo”, diz Piquet. “Todos os pilotos adoram porque podemos apenas pilotar, pilotar e pilotar. Não sendo uma equipe muito grande, nós usamos um pouco simulador privado, nada extravagante. Uma coisa é andar em um simulador de uma pista de F1 onde a equipe desenvolveu a pista com mapas de laser e construiu o seu próprio carro para que eles conheçam a sua geometria perfeitamente. No nosso caso, temos um mapa CAD da pista. Não sabemos as elevações, não sabemos os solavancos. Nós não construímos o carro e assim nós não temos os dados de engenharia precisos. É muito limitado. Mesmo para as equipes que estão gastando mais em simuladores, como você poderia replicar tudo isso? Os tempos de volta até agora estão em cerca de cinco segundos de diferença”.

Piquet entende os benefícios, mas acha que o orçamento limitado da equipe poderia ser melhor empregado em outro lugar, a curto prazo: “Eu acho que se vamos gastar dinheiro em um simulador, você deve decidir por tudo ou nada. Se estamos apenas para gastando 10%, do que poderia, seria melhor gastar com um outro engenheiro, empenhar o dinheiro onde ele vai fazer a diferença. É como se um time fosse construir uma sede: por que se preocupar com a construção de uma pequena, sem espaço? É melhor construir um centro de treinamento de ponta, onde você pode realmente testar os pilotos e encontrar seus pontos fracos – ou então você pode treinar utilizando um de outro, melhor”.

Steven Lu, chefe de equipe da China Racing, revelou que a equipe pensa em se tornar construtor na segunda temporada, e que as conversas com potenciais fabricantes estão bem avançadas. No entanto, não se sabe muito bem como essas parcerias podem afetar orçamentos operacionais ou até mesmo como exatamente serão os regulamentos técnicos. Piquet não está muito preocupado, no entanto: “Há um grande número de fabricantes que falam a nossa equipe. Se assinarmos com um fabricante, estaremos olhando o quanto do orçamento investimos com baterias ou motores, quanto apoio teremos. As peças começarão a se encaixar ao longo do ano”.

Os céticos têm comparado Formula E com extinta A1 GP, alegando que a série dos totalmente elétricos pode não sobreviver ao seu primeiro ano. Com a experiência de ambos os esportes, Piquet acredita que o interesse forte dos fabricantes é um fator que diferencia claramente os dois. “Eu fui o primeiro vencedor da A1 GP e era um ótimo ambiente – para começar com”, diz ele. “Eles tinham uma quantidade similar de dinheiro, mas não tinham um plano. Eles estavam apenas atirando dinheiro e começaram a mudar as coisas, regras. A Fórmula E é diferente. Há um grande plano adiante. Há vários fabricantes envolvidos e ela vai crescer rapidamente”.

Por agora, o piloto brasileiro está simplesmente concentrando-se na próxima corrida. “Eu não tenho 100% de certeza se eu vou fazer todas as corridas desta temporada”, diz ele. “Depende do patrocínio para a equipe. Eles têm alguns pilotos que estão dispostos a pagar um bom dinheiro por um lugar. Eu só preciso obter bons resultados. Estamos todos otimistas. Mesmo na GP2, as equipes pequenas não têm a chance de lutar com as equipas de topo. E eu estou muito motivado por isso. É muito bom voltar às minhas raízes, é um tipo diferente de carro, mas eu estava sentindo falta das corridas de monopostos”.

Copyright: Original article Current-e insights Feb 15- current-e.com

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Boa tarde pessoal, sei que ando bem ausente nos últimos tempos, com pouca informação sobre as corridas do Nelsinho. No começo quando o twitter bombava mais, era raro ficar um dia sem postar. Mas muita coisa mudou em mais de 5 anos e algumas vezes senti falando com as paredes no twitter, sem ninguém interagindo. Sempre tento manter todos informados aqui no site, no twitter ou facebook onde eu faço tudo sozinha.

Por motivos profissionais no último ano acabei deixando de atualizar constantemente e recebi críticas de que não era mais um bom fã-clube. Isso realmente me chateou, mas eu entendo. Prometo em 2015 continuar fazendo meu melhor, mantendo todos atualizados. Quem visita o site sabe que aos poucos vou atualizando as páginas, como o calendário de corridas do Nelsinho. Em 2015 por enquanto só foi divulgada a Formula E, o resto é boato e eu não monto o calendário com boatos, sempre prezei por ser um tanto quanto profissional. Dessa forma conquistei o respeito de muitos e assim seguirei fazendo.

Obrigada a todos que sempre apoiaram, deixo esse post desabafo como um espaço público para críticas e sugestões. E claro, o Nelsinho é um querido, um amor de pessoa e se alguém não se sente satisfeito com o fã-clube Piquet Jr Mania, que faça um, eu não sou exclusiva :)

Livia Castrioto

#ENGLISH#

Hi my friends, I’m aware that I have been absent of Nelson’s updates last year – specially in English. I know, five years ago I used to post every day on twitter, facebook and in this blog. But I’m only one person and I have my own problems and my life.

Due professional reasons I have been a little absent, but I never stop to update. Sometimes I felt I was alone on twitter, tweeting and nobody answering. Now I recieve some criticism I was not a good fan club. I promise I will do all my best in 2015. Who visit frequently this blog could see I have been updating pages like Nelson’s calendar. From now he only announced Formula E full calendar. I don’t know about GRC or NASCAR rumors, because I don’t like to be irresponsible. I post what is true. Rumors are rumors.

I’m really thankful with everyone who always support me since october 2009, this post is not to complain. But if you have something to complain, or suggestion, let me know. And of course I’m not exclusive, If you want to create a fan club for him, go ahead. He is an amazing person and deserves all the love from world. :)

Livia Castrioto

Horário de Brasília das atividades da segunda etapa da Formula E, em Putrajaya, na Malasia. Mais uma vez é corrida para os fãs “corujas”, corrida às 4 da manhã quer ver quem é fã mesmo comentando comigo lá no twitter haha. O canal FOX SPORTS transmite o treino classificatório (a partir das 23:45) e a prova (a partir das 3:30). Quem não tiver o canal poderá assistir online, no link www.fiaformulae.com/live

  • Treino livre: 21:45
  • Treino classificatório: meia noite
  • Corrida: 4:00

Os grupos do treino classificatório já foram definidos. O Nelsinho estará no grupo 1, ou seja vamos ver ele marcar o tempo e ficar na torcida até o fim. Aos que ainda não se familiarizaram com a categoria recém criada, sugiro a leitura da página “Formula E” aqui no blog :)

Grupo 1

Bruno Senna, Mahindra Racing
Matthew Brabham, Andretti Formula E
Stephane Sarrazin, Venturi Formula E
Daniel Abt, Audi Sport ABT Formula E
Nelson Piquet Jr, China Racing

Grupo 2
Karun Chandhok, Mahindra Racing
Jarno Trulli, Trulli Formula E
Michela Cerruti, Trulli Formula E
Franck Montagny, Andretti Formula E
Ho-Pin Tung, China Racing

Grupo 3
Oriol Servia, Dragon Racing
Jerome d’Ambrosio, Dragon Racing
Nicolas Prost, e.dams-Renault Formula E
Sebastien Buemi, e.dams-Renault Formula E
Nick Heidfeld, Venturi Formula E

Grupo 4
Sam Bird, Virgin Racing
Jaime Alguersuari, Virgin Racing
Lucas di Grassi, Audi Sport ABT Formula E
Antonio Felix da Costa, Amlin Aguri
Katherine Legge, Amlin Aguri

Luvas que o Nelsinho Piquet irá sortear para os seguidores que votarem nele no #Fanboost

Luvas que o Nelsinho Piquet irá sortear para os seguidores que votarem nele no #Fanboost

#FANBOOST

E mais do que nunca, votem no Nelsinho. Se já votou, vote com outro e-mail, peça pro seu pai, sua mãe e até seu chefe, quero ver todo mundo votando! O Nelsinho ainda está com uma promoção relâmpago, você tira uma foto do seu voto e publica no instagram, twitter ou facebook usando a hashtag #FanboostPiquet e concorre às luvas personalizadas que ele usará na corrida! Para quem ainda não sabe, o link de votação é fanboost.fiaformulae.com, se você jé tem cadastro / já votou clique em Nelson Piquet jr, clica em login e coloque seu e-mail e senha. Caso não tenha conta, clica em register, coloca seu nome, e-mail e crie uma senha. É fácil e não leva muito tempo! Os três mais votados ganham uma potência extra pra usar na corrida e o resultado sai instantes antes da largada!

Por Luis Ferrari, assessor do Nelson Piquet Jr

Quebra na transmissão tira chance de título de Nelsinho Piquet no GRC

Brasileiro abandona a semifinal, não consegue voltar para repescagem e termina o campeonato em quarto

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O capítulo final da temporada 2014 do Red Bull Global Rallycross Championship não saiu do jeito que Nelsinho Piquet desejava. Com problemas na caixa de marcha do Ford Fiesta ST #07, o piloto brasiliense teve seu único abandono da temporada na etapa de Las Vegas e acabou o campeonato em quarto lugar.

Depois de protagonizar as disputas mais intensas nas duas baterias preliminares em que conduziu o carro da equipe SHR Rallycross, Piquet estava bem posicionado para a largada da semifinal, disputada na madrugada desta quinta-feira. Em quarto no grid, ele era favorecido pela linha de dentro na curva 1.

Mas quando as luzes verdes acenderam seu carro ficou no grid. Com duas voltas de atraso, ele enfim conseguiu largar mas apenas para se arrastar na pista por uma volta e recolher para box.

Os mecânicos da SHR Rallycross então focaram em recuperar o carro #07 para a repescagem, que àquela altura ainda restava como chance de avançar até a final e seguir vivo na luta pelo título do GRC.

Mas não deu tempo.

Quando foi formado o grid de largada para a corrida, o Fiesta de Piquet não foi capaz de alinhar. Estava encerrada ali a primeira temporada completa do competidor brasileiro em um evento de primeira linha do rallycross mundial.

“Fico frustrado por terminar desse jeito. Sabia que o título era difícil, mas ficar fora da final por uma quebra é uma pena”, afirmou o piloto. “Sei que todos no time fizeram um esforço enorme nesta temporada e agradeço. Sem dúvida fomos além do esperado em meu ano de estreia, com um time também estreante: Conseguimos liderar o campeonato durante várias etapas, teve medalha nos XGames, quatro pódios consecutivos e oito finais em 10 corridas do ano. Também cometemos erros, com os quais vamos aprender para voltar mais fortes em 2015″, afirmou.

A vitória em Las Vegas ficou com Ken Block, seguido pelo finlandês Joni Wiman, que acabou com o título. Scott Speed foi o terceiro no campeonato.

Apesar do final da temporada do GRC, o ano de Nelsinho Piquet nas pistas ainda não acabou. No próximo dia 22 ele disputa o segundo e-Prix da história, na Malásia. A segunda etapa da Fórmula E acontece em Putrajaya.

Foto: José Mario Dias / Piquet Sports

Foto: José Mario Dias / Piquet Sports

O campeonato do Red Bull GRC chega ao final nessa quarta em Las Vegas e o Nelsinho Piquet que liderou boa parte do campeonato, segue com chances reais de ser campeão! E para reforçar a torcida brasileira, o site da redbull.com.br vai disponibilizar transmissão para o Brasil! Vamos poder assistir e torcer pelo nosso ídolo – mas aviso, como a prova é em Las Vegas, o horário de verão de lá acabou e o daqui começou, o fuso lá é de -6h, ou seja, final na madruga aqui rs

Todas as atividades contam com o livetiming da categoria, além dos tweets em tempo real da categoria @RedBullGRC

Programação (podendo sofrer alterações):

Terça-feira, 4 de Novembro

  • Treino livre: 16:15
  • Treino livre: 18:20
  • Treino de classificação: 20:30
  • Eliminatórias 1: 21:30

Quarta-feira, 5 de Novembro

  • Warm-Up: 20:30
  • Eliminatórias 2: 21:10
  • Semifinais: 23:10
  • Repescagem: 00:20 (06/11)
  • Final: 1:35 (06/11)

Fonte: http://www.redbullglobalrallycross.com/events/2014-season/las-vegas/

Segue a programação dos treinos e corrida da Formula E. Para quem ainda não está por dentro das regras e particularidades da nova categoria, uma boa opção é ver a página sobre a categoria aqui no piquetjrmania :)

A transmissão será pelo canal Fox Sports, no principal mesmo, ou seja quem (ainda) tem Sky pode comemorar! O canal anunciou transmissão do treino classificatório e da corrida ao vivo. Como a corrida é na China, os horários são de morcego :P

Programação, horário de Brasília:

Sexta-feira, 12 de Setembro

  • Treino livre 1 (45 minutos de duração) => 21:15
  • Treino livre 2 (30 minutos de duração) => 23:30

Sábado, 13 de Setembro (madrugada de sexta para sábado)

  • Treino classificatório (55 minutos de duração / 4 grupos) => 1:00
  • Corrida (1 hora de duração) => 5:00 (o canal Fox Sports anunciou transmissão a partir de 4:30, creio que tenha algo especial falando da categoria antes)

Não esqueçam de votar no Nelsinho, é muito importante! Os 3 pilotos mais votados recebem uma potência extra na corrida! Votem e divulguem! Para quem não sabe, tem promoção aqui, vocês podem votar até às 4 da manhã de sábado, 1 hora antes da corrida começar!

Promoção na área! Bem simples e pra ajudar o Nelsinho. Vote no Nelsinho no fanboost da Formula E no site http://fanboost.fiaformulae.com/ e compartilhe seu voto, marcando o fã-clube. Quando você clicar em compartilhar (facebook ou twitter), aparecerá um texto pronto, que você pode modificar, deixando como no exemplo abaixo:

Facebook: Escreva o que você quiser, só não deixe de marcar Torcida Piquet Jr Mania

fanboost face 01

fanboost face 02

Twitter: Um texto bom em português para o twitter é esse: Vote em seu piloto favorito e dê a ele potência extra! Meu voto: @nelsonpiquet @piquetjrmania (junto com o link que o site vai gerar)

fanboost twitter 01

fanboost twitter 02

Importante: no facebook eu não sei se conseguiria ver todos que marcassem a página, então por favor, marquem o perfil Torcida Piquet Jr Mania. Se você ainda não adicionou o fã-clube como amigo, é só solicitar que eu aceito! Deixem a postagem como pública senão pode ser que eu não veja!!! No twitter se o seu perfil for privado eu não terei como ver a publicação, então fiquem atentos a estes detalhes!!!

Promoção tem que ter prêmio né? Sei que não tem nada a ver com a Formula E, mas é o que eu tenho de brinde aqui: Um boné autografado e uma camisa da Cold Stone! Fala sério, fã-clube que faz promoção facinha como essa só mesmo o Piquet Jr Mania né! Vai lá, vote no Nelsinho e torça para ser sorteado!!! O sorteio será no dia da corrida (13 de setembro).

Ah sim, dessa vez a promoção é só para os brasileiros… Mas os fãs que moram fora que quiserem ajudar o Nelsinho são bem vindos.

ENGLISH: Hi fans, I’m doing a promo but this time is only for brazilian residents… Nelson and his sponsors are doing many promos for USA fans and I couldn’t send the prize abroad. Apologize for this. The target of this promo is help Nelson in his Formula E debut, if you want help him, share your vote and aks your friends to vote in Nelson. The link for the fanboost is http://fanboost.fiaformulae.com/

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